Preencha os campos abaixo para submeter seu pedido de música:

“Os políticos não têm tempo para nos escutar, mas o Papa Francisco tem” - Boa Nova Web Rádio


No comando: Luz e Vida – Pe. Chystian Shankar

Das 00:00 às 00:30

No comando: Programação Musical

Das 00:31 às 02:59

No comando: Terço da Misericórdia

Das 03:00 às 03:10

No comando: Luz e Vida – Pe. Chystian Shankar

Das 03:10 às 03:40

No comando: Amor Mariano – Giselle Galvão

Das 03:41 às 03:50

No comando: Mensagem de Bênção – Pe. Alessandro Campos

Das 05:00 às 05:05

No comando: Santo Terço

Das 06:00 às 06:30

No comando: Amor Mariano – Giselle Galvão

Das 06:31 às 06:40

No comando: Palavras de Vida – Pe Fábio de Melo

Das 09:00 às 09:05

No comando: Terço Jesus das Santas Chagas com Pe. Reginaldo Manzotti

Das 10:35 às 10:59

No comando: Luz e Vida – Pe. Chystian Shankar

Das 11:00 às 11:30

No comando: ANGELUS – Pe. José Rodrigo

Das 12:00 às 12:02

No comando: Mensagem de Bênção – Pe. Alessandro Campos

Das 12:03 às 12:06

No comando: JORNAL Vaticannews 1° Edição

Das 12:35 às 12:59

No comando: Amor Mariano – Giselle Galvão

Das 14:00 às 14:10

No comando: Terço da Misericórdia

Das 15:00 às 15:10

No comando: Palavras de Vida – Pe Fábio de Melo

Das 16:00 às 16:05

No comando: Oração com Pe. Reginaldo Manzotti

Das 16:30 às 16:35

No comando: Santo Terço

Das 18:00 às 18:30

No comando: Amor Mariano – Giselle Galvão

Das 18:31 às 18:40

No comando: JORNAL Vaticannews 2° Edição

Das 20:09 às 20:30

No comando: Palavras de Vida – Pe Fábio de Melo

Das 21:00 às 21:05

No comando: Mensagem de Bênção – Pe. Alessandro Campos

Das 23:00 às 23:05

“Os políticos não têm tempo para nos escutar, mas o Papa Francisco tem”


Fonte: CNBB

Manuela Castro – Cidade do Vaticano

Dom Pedro Barreto Jimeno sempre esteve próximo às questões indígenas no seu país, o Peru. Não é para menos que foi um dos fundadores da Rede Eclesial Pan-Amazônica (REPAM). Há um ano e meio, o trabalho se intensificou com os eventos de preparação para o Sínodo, principalmente a escuta atenta às demandas que os povos da floresta gostariam que chegassem ao Papa Francisco.

De início, dom Pedro percebeu como os indígenas estavam felizes em partilhar seus problemas. A fala de uma índia o chamou muita atenção: “os políticos não têm tempo para nos escutar, mas o Papa Franciso tem”. Ao perguntar o que querem com a realização do Sínodo para Amazônia, a principal resposta foi: nos traz de volta a esperança.

O cardeal ouviu muitos relatos de pouco acesso das comunidades a padres, de violência contra os índios, de exploração ilegal de terras indígenas e carência de serviços público.

“A Floresta Amazônica é um terreno disputado por diversas frentes, que sofre de maneira constante ao longo da história. É dever evangélico da Igreja socorrer os povos da região. É a grande responsabilidade deste Sínodo, ajudar uma sociedade deprimida com tantas divisões econômicas”.

Dom Pedro lembrou que o precursor das discussões em pauta no Sínodo foi São Francisco de Assis. O santo espalhou seu amor pela criação. Ele falava em irmã Terra. Para o cardeal, os índios assumiram exatamente essa espiritualidade de São Franciso.

“Quando falam em mãe terra, esses povos estão em sintonia com o que a Igreja prega como a Casa Comum. Eles seguem a linha de São Francisco de Assis, assim como o Papa Franscisco também o faz, desde a escolha do nome Franscisco para o seu pontificado. Peço, por intercessão do Santo de Assis, que todos entendam que há uma só linguagem, a linguagem do caminhar juntos”.


Deixe seu comentário: